Apresentação
Em finais de Agosto de 2004, por insistência da minha mulher, criei um blog. O meu primeiro texto deveria ter sido a minha apresentação, para que os visitantes soubessem que tipo de leitura se poderia esperar nele.
Mas como mais vale tarde do nunca, lá vai.
Sou português, do sexo masculino, natural de Lisboa, com a idade que a balança marca, pondo o peso da idade num prato e no outro o peso da maturidade e da juventude das ideias.
No Liceu recebi a base cultural indispensável aos alunos que o frequentavam. Isso já se perdeu, e hoje é uma tristeza constatar a falta de conhecimentos que a maior parte das pessoas têm.
Querendo sempre saber mais, e encontrar as causas e as respostas para os problemas do homem, deitei mãos à obra e tornei-me numa espécie de autodidacta, orientando os meus estudos nesse sentido.
Partindo do lema que: o estudo da história ajuda-nos a compreender o presente e a vaticinar o futuro, iniciei os meus estudos recuando no tempo 6.000.000 anos, indo ao encontro do Orrorin Tugenensis, procurando as nossas origens e conhecer a nossa evolução até ao homo sapiens sapiens.
Encontrado o homo sapiens sapiens, apreciei a sua evolução passeando pela Pré-História (Paleolítico e neolítico) com ele até à sua sedentarização, e aparecimento das primeira civilizações, quer no Próximo Oriente, Médio Oriente e Extremo Oriente.
Assisti ao desenvolvimento cultural e económico das principais civilizações da Mesopotâmia, do Egipto, da Fenícia, da Índia, da China, do Japão, do Sul da Europa (Grécia, onde felicitei Péricles pela beleza de Atenas e Fídias pelo seu talento e Roma, onde ouvi Cícero discursar, e César desfilar vindo da Gália Transalpina), da Europa Central, da Europa do Norte e da Europa Oriental.
Na Europa assisti à chegada dos Indo-europeus, dei as boas vindas aos Celtas, aos Germanos, aos Eslavos, aos Fineses, aos Citas, aos Cazares e aos Pechenegos. Vi nascerem e desaparecerem impérios, a paz e a guerra entre as nações.
Também África não ficou esquecida. Visitei os principais reinos de África: O reino de Cuxe, o reino de Axum, o reino do Gana, o reino dos Malis, o reino de Songai e tantos outros, que mostram quanto foi evoluída a cultura africana na Idade Média e antes desta.
Fui companheiro de viagem dos homens que vindos da Europa atravessaram o estreito de Bering no fim da glaciação Würm, ocasião em que o nível do oceano era mais baixo e o Alasca estava ligado à Sibéria por terra firme, e começaram a colonizar a América.
Vi como eles desceram o continente americano, dando origem aos diversos povos e civilizações que tanto nos têm deslumbrado.
No extremo norte, ficaram os Esquimós, depois em clima mais temperado ficaram as culturas neolíticas do Norte da Eurási, a cultura Anasazi, com os seus “cesteiros” e os índios Pueblos. Também confraternizei com os Musklogees, Cherokees, Arapahos, Cheynnes, Comanches e muitos outros.
Continuei a descida e estive com os Olmecas, Os Maias, adorei a cidade de Teotihuacán, os Toltecas, os Astecas e fui convidado pelos Incas para visitar Machu Picchu.
Inteiramente ligada à História está a Filosofia, saber como evoluiu o pensamento humano era imprescindível. Pegando no primeiro representante da escola Jónica, Tales de Mitelo, percorri cronologicamente os Pitagóricos, os Elatas e os Sofistas. Ouvi Sócrates, frequentei a Academia de Platão e no Liceu de Aristóteles passeei entre os discípulos ouvindo a palestra do mestre. Também ouvi o que tinham para dizer os adeptos do Cepticismo e do Estoicismo e os Neoplatónicos.
Assisti ao nascimento da Filosofia Cristã, com a Patrística e no Maniqueísmo ouvi Santo Agostinho a contar as suas aventuras amorosas da juventude. Gostei muito dos filósofos islâmicos dos quais destaco El-Kindi, Avicena e Averróis, que viveram no tempo da Espanha árabe, o Al-Andaluz, expoente máximo da cultura islâmica. A sombria Escolástica, o Tomismo chegando ao Humanismo e por aí diante até aos nossos dias.
Ao estudar a Filosofia era incontornável deitar uma olhadela nas religiões tão intimamente ligadas a ela. Estudei o Judaísmo e assisti à diáspora, no Islamismo acompanhei Maomé na hégira, no Cristianismo escutei Jesus e no Hinduísmo assisti à chegada dos Vedas.
São muitos e muitos anos de estudo, e um total aproximado de sete mil e quinhentas páginas escritas de apontamentos, que tenho devidamente ordenados e encadernados.
Se há paixões, esta é a minha, saber e procurar saber cada vez mais.
Detentor, sem modéstia, de um conhecimento bastante vasto, foi sempre minha preocupação, saber quais seriam os temas mais interessantes para as pessoas que me visitam.
Por vezes não é fácil escrever um texto aligeirado sobre um tema importante, e é aqui que tenho medo de falhar. Gostaria de compartilhar inúmeros conhecimentos só que não sei, pelo que vejo publicado nos outros blogs, se teriam algum interesse.
Com tantas coisas interessantes que sei, acho que vou correr o risco de não agradar, o futuro o dirá.
Mas como mais vale tarde do nunca, lá vai.
Sou português, do sexo masculino, natural de Lisboa, com a idade que a balança marca, pondo o peso da idade num prato e no outro o peso da maturidade e da juventude das ideias.
No Liceu recebi a base cultural indispensável aos alunos que o frequentavam. Isso já se perdeu, e hoje é uma tristeza constatar a falta de conhecimentos que a maior parte das pessoas têm.
Querendo sempre saber mais, e encontrar as causas e as respostas para os problemas do homem, deitei mãos à obra e tornei-me numa espécie de autodidacta, orientando os meus estudos nesse sentido.
Partindo do lema que: o estudo da história ajuda-nos a compreender o presente e a vaticinar o futuro, iniciei os meus estudos recuando no tempo 6.000.000 anos, indo ao encontro do Orrorin Tugenensis, procurando as nossas origens e conhecer a nossa evolução até ao homo sapiens sapiens.
Encontrado o homo sapiens sapiens, apreciei a sua evolução passeando pela Pré-História (Paleolítico e neolítico) com ele até à sua sedentarização, e aparecimento das primeira civilizações, quer no Próximo Oriente, Médio Oriente e Extremo Oriente.
Assisti ao desenvolvimento cultural e económico das principais civilizações da Mesopotâmia, do Egipto, da Fenícia, da Índia, da China, do Japão, do Sul da Europa (Grécia, onde felicitei Péricles pela beleza de Atenas e Fídias pelo seu talento e Roma, onde ouvi Cícero discursar, e César desfilar vindo da Gália Transalpina), da Europa Central, da Europa do Norte e da Europa Oriental.
Na Europa assisti à chegada dos Indo-europeus, dei as boas vindas aos Celtas, aos Germanos, aos Eslavos, aos Fineses, aos Citas, aos Cazares e aos Pechenegos. Vi nascerem e desaparecerem impérios, a paz e a guerra entre as nações.
Também África não ficou esquecida. Visitei os principais reinos de África: O reino de Cuxe, o reino de Axum, o reino do Gana, o reino dos Malis, o reino de Songai e tantos outros, que mostram quanto foi evoluída a cultura africana na Idade Média e antes desta.
Fui companheiro de viagem dos homens que vindos da Europa atravessaram o estreito de Bering no fim da glaciação Würm, ocasião em que o nível do oceano era mais baixo e o Alasca estava ligado à Sibéria por terra firme, e começaram a colonizar a América.
Vi como eles desceram o continente americano, dando origem aos diversos povos e civilizações que tanto nos têm deslumbrado.
No extremo norte, ficaram os Esquimós, depois em clima mais temperado ficaram as culturas neolíticas do Norte da Eurási, a cultura Anasazi, com os seus “cesteiros” e os índios Pueblos. Também confraternizei com os Musklogees, Cherokees, Arapahos, Cheynnes, Comanches e muitos outros.
Continuei a descida e estive com os Olmecas, Os Maias, adorei a cidade de Teotihuacán, os Toltecas, os Astecas e fui convidado pelos Incas para visitar Machu Picchu.
Inteiramente ligada à História está a Filosofia, saber como evoluiu o pensamento humano era imprescindível. Pegando no primeiro representante da escola Jónica, Tales de Mitelo, percorri cronologicamente os Pitagóricos, os Elatas e os Sofistas. Ouvi Sócrates, frequentei a Academia de Platão e no Liceu de Aristóteles passeei entre os discípulos ouvindo a palestra do mestre. Também ouvi o que tinham para dizer os adeptos do Cepticismo e do Estoicismo e os Neoplatónicos.
Assisti ao nascimento da Filosofia Cristã, com a Patrística e no Maniqueísmo ouvi Santo Agostinho a contar as suas aventuras amorosas da juventude. Gostei muito dos filósofos islâmicos dos quais destaco El-Kindi, Avicena e Averróis, que viveram no tempo da Espanha árabe, o Al-Andaluz, expoente máximo da cultura islâmica. A sombria Escolástica, o Tomismo chegando ao Humanismo e por aí diante até aos nossos dias.
Ao estudar a Filosofia era incontornável deitar uma olhadela nas religiões tão intimamente ligadas a ela. Estudei o Judaísmo e assisti à diáspora, no Islamismo acompanhei Maomé na hégira, no Cristianismo escutei Jesus e no Hinduísmo assisti à chegada dos Vedas.
São muitos e muitos anos de estudo, e um total aproximado de sete mil e quinhentas páginas escritas de apontamentos, que tenho devidamente ordenados e encadernados.
Se há paixões, esta é a minha, saber e procurar saber cada vez mais.
Detentor, sem modéstia, de um conhecimento bastante vasto, foi sempre minha preocupação, saber quais seriam os temas mais interessantes para as pessoas que me visitam.
Por vezes não é fácil escrever um texto aligeirado sobre um tema importante, e é aqui que tenho medo de falhar. Gostaria de compartilhar inúmeros conhecimentos só que não sei, pelo que vejo publicado nos outros blogs, se teriam algum interesse.
Com tantas coisas interessantes que sei, acho que vou correr o risco de não agradar, o futuro o dirá.
